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A
idéia de admirar a criação por sua complexidade, admirar o
Criador por sua habilidade fez com que as contribuições do Islã
à ciência alcançaram os diversos ramos do pensamento, inclusive a
matemática, a astronomia, a medicina e a filosofia.
Durante
o século VI, os muçulmanos herdaram a tradição e o conhecimento
científico da antiguidade. Preservaram, elaboraram, fizeram uma
releitura e, finalmente, passaram-na para a Europa. Esse
foi o século que para os muçulmanos correspondeu às luzes da
filosofia, da descoberta científica e do desenvolvimento,
enquanto que a Europa mergulhava no que se convencionou chamar a
Idade das Trevas. |
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A
história intelectual dos árabes, com o desenvolvimento da
Filosofia e da Ciência no Oriente Próximo, começa com a
ascensão do Islam. A primeira geração de muçulmanos
eruditos dedicou-se completamente ao estabelecimento de um cânon
baseado no Alcorão e isto por causa da santidade irresistível do
Alcorão e das tradições do Profeta Mohammad. Para os estudiosos
muçulmanos, cuja obra é mostrada, o Alcorão é a fonte de todo o
conhecimento - a revelação de Deus.
Muitas
sugestões foram apresentadas no Alcorão como uma prova da Onisciência
de Deus. Tais sugestões estimularam a curiosidade do homem e
provavelemente satisfizeram suas buscas do conhecimento. Com as raízes
do conhecimento já estabelecidas, seus ramos e folhas cresceram em
direção ao avanço tecnológico. Essas raízes não podem ser
esquecidas jamais, porque sem uma fundação sólida nenhum pilar
pode ser construído e sobreviver.
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