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Pequeno país na península Arábica,
entre o Iraque e a Arábia Saudita, o Kuweit tem a maior parte
do território coberto por um deserto pedregoso. A população
concentra-se na faixa costeira do golfo Pérsico.
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Nos
últimos 50 anos, a exploração das imensas jazidas de petróleo
trouxe riqueza e atraiu estrangeiros. Hoje, mais da metade da população
de 2 milhões de pessoas é constituída por palestinos, egípcios,
jordanianos, iranianos e paquistaneses. Há ainda cerca de 120 mil
beduínos. |
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A mesma dinastia governa o país
há mais de 200 anos.
A monarquia absolutista mantém
forte censura sobre o rádio e a TV. Mesmo proibindo os partidos políticos,
o Kuweit é o único país árabe do golfo Pérsico que possui um
Parlamento. Em 1999, os parlamentares rejeitam um projeto de lei que
concederia direitos políticos às mulheres
Desde
o término da Guerra do Golfo - provocada pela ocupação iraquiana
do Kuweit -, o governo investe pesadamente na reconstrução do país,
especialmente da capital.
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História:
No
sítio arqueológico da ilha de Faylakah, no golfo Pérsico, há
sinais de povos primitivos que datam de 2500 a.C. Mas a região só
adquire importância histórica no século XVIII, quando a tribo
anaiza, antes nômade, se fixa no local. Uma única dinastia,
al-Sabah, fundada em 1756 pelo xeque Sabah Abdul Rahaim, mantém-se
até hoje no poder. Para se defender dos turco-otomanos que buscam
estender seu domínio sobre a região, o emirado dos al-Sabah pede
proteção ao Reino Unido em 1897. No tratado firmado com a rainha
Vitória dois anos depois, o Kuweit compromete-se a não ceder nem
alienar terras sem a aprovação britânica. |
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Em 1961, o tratado com o Reino
Unido expira, o que leva à declaração formal de independência do
Kuweit.
O governo iraquiano tenta anexar
o país, mas é barrado pelo desembarque de tropas inglesas no
Kuweit, que ingressa em um período de grande prosperidade, graças
ao capital obtido com a exploração do petróleo.
Urbaniza-se rapidamente e recebe
grande quantidade de imigrantes. |
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